Críticas

“O brasileiro André Simão ofereceu um caráter encantador à sua performance. Com agilidade ele delineou as diferentes cores musicais da Fantasia opus 30 de Fernando Sor. O artista pôde sair ainda mais de si na Apassionata de Ronaldo Miranda. Ora brotavam sons ligeiros e aperolados, ora a música parecia deslizar em águas mais calmas. De repente despencavam bruscamente cascatas de sons- e misturavam-se aparentemente ao acaso com elementos de Jazz. O jovem artista brasieliro captou profundamente esse apaixonado jogo de trocas de sentimentos e esbanjou expressão com seu violão.” (Augsburger Allgemeine -Alemanha, março de 2008)

“Como já se sabe, muitos violonistas “top” vêm do Brasil. No entanto, estes não são predominantemente violonistas clássicos puros, deixando de considerar famosas exceções como o Duo Assad. André Simão é brasileiro e violonista clássico. Através deste CD, seu primeiro álbum, ele prova formidavelmente ser um solista de dimensões internacionais. Os dezessete títulos deste programa em forma de Potpourri – de Weiss a Giuliani, estendendo-se até seu compatriota Gnattali – apresentam um violonista com uma técnica brilhante, um som redondo e de muito bom gosto. Um primeiro brilho é demonstrado em sua interpretação da Cavatina de Alexandre Tansman. Esta Suíte deveria ser oferecida sempre desta forma ao ouvinte. Ótimo! Mas os verdadeiros pontos culminantes são representados pela obra Suíte para Guitarra, do pouco conhecido fora do Brasil César Guerra-Peixe, e pelos também raramente executados estudos do conhecido Radamés Gnattali. Acima de tudo, a suíte, da qual até o momento não existia nenhuma gravação alternativa, eleva o valor do repertório do álbum consideravelmente. Sobretudo a sensível performance de André Simão concede à esta obra a sonoridade adequada. Por outro lado, os Estudos de Gnattali são beneficiados pelo senso de humor e pela segurança técnica do intérprete, que encarregam-se de demonstrar que este debut é definitivamente bem-sucedido.” (Revista Akustik Gitarre, Alemanha, maio de 2008)

“Após mais de uma hora de música para violão no mais alto nível com André Simão, os ouvintes puderam voltar para casa com a certeza de que o Brasil tem mais a oferecer do que samba e futebol.” (Neue Presse Ebern – Alemanha, 20/05/2014)

“(…) ele impressionou com uma rara mescla de se ouvir, composta de uma técnica brilhante, a mais alta concentração, assim como uma precisão admirável e uma jocosa maneira de tocar (…) André Simão ofereceu o que poderia ser descrito como uma “perfeição sensível”. (H. Linduschka, Jornal Main-Echo Zeitung – Alemanha, julho de 2011)

“Um mágico brasileiro no violão clássico. Johann Sebastian Bach certamente teria apreciado (…) como seu Prelúdio e Fuga do “Cravo Bem Temperado” soou no violão, como todas as texturas foram trabalhadas e como foi expresso um caráter um tanto elegíaco (…) Uma noite de violão mágica!” (H. Hatzelmann, Pegnitz Zeitung, fevereiro 2009)

“André Simão, violonista de nível internacional, arrebatou o público na Auferstehungskirch (…) alta capacidade técnica e ótima empatia (…)” (com a permissão do Allgäuer Zeitung, 2010).

“O tranqüilo e melodioso violão de André Simão fez surgir na exposição uma luz especial – música e pintura combinaram!” (Aachener Zeitung – Alemanha, setembro de 2007).

“O que chama a atenção em André Simão é que ele consegue criar o estilo pessoal exatamente por não querer se impor sobre as obras que toca, sempre com um som cristalino, um discurso equilibrado e uma musicalidade luminosa e avessa à excentricidade.” – Fábio Zanon, Programa O Violão Brasileiro – Rádio Cultura de São Paulo.

“Este disco confirma a tradição do Brasil em produzir ótimos violonistas.“ (Revista Concerto)

“André Simão é um violonista de grande seriedade e sensibilidade musical, cujo desenvolvimento venho seguindo com muito interesse há vários anos. Seu primeiro CD solo chama imediatamente a atenção pela esplêndida qualidade da gravação. A sonoridade polifônica e bem trabalhada de André Simão pode portanto ser plenamente apreciada em todas as obras que compõem esta auspiciosa estréia fonográfica, aliada a cuidadosa interpretação musical”. (Sérgio Abreu, violonista e luthier)